22 de mar de 2011

Insanidade.

Ser tua por completo, ser estupidamente tua… Hoje sonhei que eras meu também, hoje, sonhei que estava nos teus braços, hoje, sonhei que era mais do que isto, um, ou outro, ou todos os momentos, únicos! Tão verdadeiros como falsos. Tão certos como errados. Tão perfeitos como ridículos. Tão meus como teus. Tão nossos e tão de ninguém…
Hoje, não dormi, mas, sonhei…
Fingimos todos os dias, e um pouco mais cada dia, fingimos o tudo e nada, mas fingimos.
Ah, queria dizer que te amo, talvez um dia to diga por razões mais lógicas, por agora, mesmo querendo, não o quero dizer, não pela resposta, isso não me incomoda, apenas porque sei que depois deste tempo todo, de tudo, ainda é estupidamente cedo e já é tarde de mais…
As palavras, essas sempre foram sobrevalorizadas, as atitudes mostram mais do que elas poderiam, não, não é a isso que me refiro… Mas as palavras que queres, pede…
Resume-se a ser tua, esta insanidade mental que me consome lentamente e me deixa este bem-estar quase sádico.
Um dia esqueço tudo e vou passear sozinha as ruas feias e imundas desta cidade parada no nada e sem nada para ver. Um dia faço as malas e parto à procura da minha sanidade. Um dia, quando a minha loucura já não me fizer, de certa forma, feliz…
Oh, sim, e a culpa é toda tua meu amor…

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